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A repressão contra os artesãos

Introdução a repressão no Brasil

Desde o surgimento do movimento “hippie” no Brasil no fins da década de 60, até os dias de hoje, pode-se dizer que para os artesãos de rua, “hippies” ou “malucos” (como se reconhecem atualmente) a repressão e a violência nunca teve fim.

Inicialmente imerso em um momento politico de ditadura, os artesãos foram perseguidos, presos e alguns assassinados. A humilhação mais comum era ter os cabelos cortados e a barba raspada pelos policiais, até então os artesanatos nunca foram pretexto para a repressão.

Jornal “O Dia” – 27 de novembro 1970

A militância desta contra-cultura manteve-se distante da luta armada e alheia aos convencionais “modos” de se fazer política, mas teve uma enorme importância na construção do processo democrático, embora até hoje não tenha tido este reconhecimento no Brasil. O “hippie” bastava existir e sua existência era por si só o confronto, a prática subversiva e sua politica para o mundo.

Jornal “Diário da Tarde” – Belo Horizonte 1978 38 “hippies” presos no jardim da igreja São José

A repressão nos dias de hoje

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