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A liberdade sem conhecimento – Por Sidney Rocha

Será possível realizar um filme ativista e ainda assim tocar nas feridas internas do movimento que se pretende defender?

A radicalização da coerência implica em escolhas difíceis, mas acreditamos que certos aspectos da cultura da “malucada” devem ser trazidas a tona, mesmo que aparentemente possam ser utilizadas para reforçar estigmas e preconceitos tão alicerçados no senso comum.

É um risco que temos de correr…do contrário, seria apenas um filme romantizado, maquiado e sem as contradições tão presentes em nós humanos.

Para abrir essa nova narrativa, apresentamos Sidney Rocha, artesão, músico e teólogo.

E aproveitamos para apresentar a Banda Vibrações, nossa nova parceria na trilha sonora: http://www.vibracoes.com.br/

Para ouvir a música “Sincronia”:https://soundcloud.com/vibracoes/vibra-es-rasta-10-sincr-nia

O inicio – por Suéllen Sottani

Mocó – trecho do documentário Malucos de Estrada

Trecho da entrevista com Cubano para o documentário “Malucos de Estrada”.

https://www.facebook.com/belezadamargem

Atribuição — Uso Não Comercial — Compartilhamento pela mesma Licença (by-nc-sa)

Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras derivadas sobre a obra original, desde que com fins não comerciais e contanto que atribuam crédito ao autor e licenciem as novas criações sob os mesmos parâmetros. Outros podem fazer o download ou redistribuir a obra da mesma forma que na licença anterior, mas eles também podem traduzir, fazer remixes e elaborar novas histórias com base na obra original. Toda nova obra feita a partir desta deverá ser licenciada com a mesma licença, de modo que qualquer obra derivada, por natureza, não poderá ser usada para fins comerciais.

“Cobrança de BR” por Obelix – Malucos de Estrada

Afinal de contas, cada família tem suas regras e suas cobranças…e a ‘BR’ às vezes é dura com seus filhos…

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Entrevista do coletivo Beleza da Margem à revista Muito – Jornal A Tarde – 9/2/2014

Entrevista do coletivo Beleza da Margem à revista Muito - Jornal A Tarde - 9/2/2014

Clique na imagem para acessar a entrevista.

A “maluquês” – por Pedro Ivo

Enquanto o documentário “Malucos de Estrada” segue seu processo de finalização, vamos soltar alguns trechos do vasto material que recolhemos pelo país. Toda semana teremos uma novidade!

E para começar, apresentamos Pedro Ivo (antigo morador da aldeia “Hippie” de Arembepe e músico da banda Tribo do Sol), que nos fala um pouco sobre essa tal “maluquês” que anda na veia dos que não se conformam em seguir o padrão ditado pela cultura hegemônica capitalista.

Finalizando o documentário “Malucos de Estrada”

Edit cogu

Neste mês de novembro concluímos a decupagem (os cortes e a montagem das cenas) de 3 anos de filmagens realizadas sobre o universo cultural dos artesãos nômades – malucos de estrada –,  no Brasil. Foram percorridos 17 estados do país, incluindo mais de 80 municípios e mais de 200 pessoas entrevistadas.

Diferentemente de um filme com roteiro pré-definido, este filme constitui-se numa missão de pesquisa que mergulhou a fundo na história do movimento hippie no Brasil e seus desdobramentos ao se miscigenar com vários aspectos sócio-político-culturais de nosso país, dando origem à expressão cultural protagonizada pelo maluco de “BR”. No decorrer da pesquisa, novas temáticas, perguntas e inquietações foram surgindo, dando novos contornos e desdobramentos ao processo vivo e dinâmico de investigação.

Sabemos do compromisso que temos com os colaboradores que ao longo deste ano financiaram esta empreitada e que aguardam ansiosos por conhecer esta cultura que por 40 anos foi tornada invisível pela incapacidade de pesquisadores, das instituições governamentais, da imprensa e da sociedade em geral em compreender este universo alternativo.

Também estamos cientes da enorme responsabilidade que este filme traz consigo, já que ele deve atender – além da expectativa dos colaboradores –, à uma carência e demanda de pesquisa sobre o tema, provavelmente servindo de base para futuras politicas públicas e para o reconhecimento desta manifestação cultural brasileira. Além disso, o filme traz uma narrativa de busca pessoal, quebra de padrões e busca pelo autoconhecimento.

Nos últimos dois meses, temos recebidos pouquíssimas contribuições, o que dificulta muito o andamento do documentário, já que os realizadores têm de cumprir dupla jornada, mantendo outros trabalhos para subsidiar a execução do documentário. Tudo isso deixa o processo mais lento e por isso pedimos a compreensão de todos.

A montagem e edição do documentário Malucos de Estrada já está em andamento. Mas hoje estamos partindo para uma nova e quem sabe a última missão de pesquisa para preencher algumas lacunas que surgiram no decorrer da montagem  do filme. O destino é a Aldeia Hippie de Arembepe, na Bahia.

Nossa expectativa é que o trailer do filme seja lançado ainda em dezembro, sendo que a primeira versão do filme deve ser lançada logo no inicio de 2014.

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